terça-feira, 7 de outubro de 2008

eleições 2008



Quais as decisões que a senhora julga urgentes para São Paulo?
Nosso maior desafio é promover a inclusão social, por meio de programas que atinjam a população de baixa renda. Para isso, vamos ampliar os programas para os mais pobres. E, apoiar, fortemente, os que saíram da pobreza – e agora formam uma nova classe média. Os que têm melhor nível de renda também precisam ser atendidos, com medidas que estimulem o empreendedorismo, porque são os que pagam mais impostos.O trânsito e o transporte não podem continuar dando tanto prejuízo. No sistema de saúde, precisamos acabar com a demora absurda na marcação de exames e oferecer serviços de especialidades para tratar das doenças mais sérias. Na segurança, diminuir a violência e o crime em São Paulo, com trabalho preventivo e comunitário. Na educação, temos que melhorar a qualidade de ensino e criar a Rede CEU, fazendo com que o conceito de educação/lazer/cultura chegue às crianças de toda a cidade, mesmo as que não estão matriculadas num CEU.
Qual questão pretende atacar de imediato, caso seja eleita?
Trânsito e transporte público. As ações de curto prazo concentram-se em melhorar a gestão, investindo na CET, com equipamentos e pessoal para reduzir os congestionamentos. É necessário ter guinchos para retirar das ruas carros e ônibus quebrados. Hoje temos menos marronzinhos que em 2004.Outra ação é aumentar rapidamente a velocidade dos ônibus nos corredores. Fazer com que os semáforos sejam regulados para facilitar o fluxo no corredor e estudar maneiras para que as pessoas entrem mais rápido nos veículos, como ocorre no metrô, com pequenas paradas nas estações sem prejuízo do tempo de uso do Bilhete Único, e fazer com que volte a recarga de créditos na catraca.Sobre os resultados no médio e longo prazo, pretendemos investir muito no metrô e em novos corredores de ônibus, mais que dobrando a rede de metrô até 2014, em parceria com o governo do estado e o governo federal, e construindo 279 kms de novos corredores de ônibus.
Como aprimorar a qualidade do serviço de transportes públicos, que oferece um número reduzido de veículos e boa parte deles em péssimo estado de conservação?
Vamos investir pesadamente no metrô em parceria com os governos estadual e federal. Quando ainda era ministra do turismo, apresentei um plano ao presidente Lula, prevendo uma ampliação de mais 65 quilômetros de metrô em São Paulo até a Copa do Mundo de 2014. Isso significa dobrar a rede já existente. É possível fazê-lo e, para isso, propomos que o financiamento seja de 25% dos recursos da prefeitura, 50% do estado e 25% do governo federal.Também vamos criar mais corredores de ônibus, aumentando a velocidade nos existentes. Praticaremos uma política de renovação permanente da frota como a que tínhamos na gestão anterior. Quanto ao Bilhete Único, quanto mais benefícios oferecer, mais as pessoas preferirão usar o transporte coletivo para se deslocar pela cidade.
O que a senhora pensa sobre a Lei da Cidade Limpa? Pretende mantê-la? Modificá-la?
Vamos manter, até porque na minha gestão tínhamos implantado o programa Belezura, que já previa esse tipo de intervenção. Agora falta encontrar formas de ajudar na recuperação dos imóveis cujas fachadas degradadas ficaram expostas.
Mesmo com a fiscalização, assim que os guardas passam, os camelôs retornam ao posto e tomam as calçadas da cidade. O que a senhora pretende fazer para solucionar este problema?
O comércio ambulante deve ser regulado, os espaços delimitados e os negócios regularizados. O ordenamento é importante para evitar a concorrência desleal, mas o assunto deve ser tratado com sensibilidade, pois o comércio informal tem características de empreendedorismo, uma importante forma de geração de riqueza, emprego e renda.O desenvolvimento de políticas de estímulo ao empreendedorismo será uma de nossas prioridades, tanto de quem já está estabelecido, quanto na geração de novos empreendedores e na regularização dos negócios de quem tem atividade informal. Isso exige atenção a questões de natureza tributária e simplificação de processos, para criar novas empresas e também fechar, quando for o caso. A prefeitura pode também ter um papel importante em ações de apoio e orientação para a formalização dos negócios.
Milhares de crianças esperam por uma vaga na rede municipal de ensino infantil e tantas outras estão na fila para uma vaga nas creches...
A educação infantil é um dos mais graves problemas que temos. Há um tremendo déficit de vagas nas creches. Procuraremos atender a demanda por meio de um conjunto de ações, entre as quais, a integração CEI/EMEI (Centro Educacional Infantil/Escola Municipal de Educação Infantil) numa única escola, para atender à primeira infância. Vamos fazer uma oferta, também, de período integral para as crianças que necessitem, e ampliar o funcionamento de EMEIs para seis horas.No que diz respeito à grande demanda por vagas em creche, vamos combinar a construção de novas unidades, com a ampliação dos convênios com instituições particulares, e implementaremos o programa Pró-Criança nos moldes do Prouni (Programa Universidade para Todos), com creches particulares e mais vagas.

eleições 2008



Quais as decisões que o senhor julga urgentes para São Paulo?
Continuar investindo e avançando nas minhas prioridades: saúde, educação e transporte Público. São urgências permanentes que compõem as grandes linhas mestras da minha administração. Projetos e políticas coerentes de uma gestão que, começando com Serra prefeito, acabou com as taxas da ex-prefeita Marta Suplicy, tirou a cidade do caos da saúde, pôs a educação nos trilhos, pagou os credores, recuperou as finanças e está investindo, de verdade, no metrô, na entrega de remédio em casa, nos dois professores em sala de aula, na reurbanização de favelas, recapeamento e asfaltamento.Está tudo pronto e perfeito? Claro que não. E o desafio é melhorar ainda mais. São Paulo tem urgências nascendo todo dia, se o administrador não for firme, se bobear, tornam-se crônicas.
Como a cidade suja, poluída - que hoje está de cara nova. Urgências também são enfrentadas com soluções heterodoxas.Qual questão pretende atacar de imediato, caso seja eleito?
Saúde, educação e transporte público. Saúde e educação estão nos trilhos, mas precisam de expansão e aperfeiçoamento, tanto de equipamentos como na prestação dos serviços. A demanda cresce continuamente, mas estamos trabalhando. No transporte público, além dos 6 mil ônibus novos, dos novos corredores com pontos de ultrapassagem, da modernização da CET, do maior programa de asfaltamento e recapeamento da América do Sul, estaremos aplicando, até o final do mandato, 1 bilhão de reais no metrô. Nenhum prefeito terá investido tanto na história de São Paulo.Minha gestão aplica 50% do orçamento em educação e saúde. A lei manda aplicar 15% do orçamento em saúde. Eu aplico 20%. Isso é prioridade de verdade, porque prioridade sem verba é lero-lero. Depois de 18 anos, a cidade ganhou dois novos e grandes hospitais (em Cidade Tiradentes e no M’Boi Mirim), 110 AMAs, 217 novas escolas (sendo 25 CEUs até o final do meu mandato). Na saúde, podemos avançar no atendimento de especialidades. Até o final do ano serão dez AMAs de especialidades. Acabei de vez com as salas e escolas de lata e estamos trabalhando duro para eliminar o turno escolar das 11h às 15h, o chamado “turno da fome”.
Atualmente, o problema mais discutido na cidade é, sem dúvida, o caos no trânsito. Só há um caminho: oferecer transporte coletivo de qualidade para estimular as pessoas a deixar seus carros em casa. Nenhuma cidade pode funcionar com 4 milhões de veículos circulando ao mesmo tempo. Se os prefeitos que me antecederam tivessem feito o mesmo investimento em metrô (leia acima), hoje São Paulo teria 60 km de linhas a mais, o dobro da rede atual. E certamente a situação estaria muito melhor.Além disso, tomamos uma série de providências para melhorar a fluidez do trânsito. Uma decisão importante foi a restrição dos caminhões no centro expandido. Era uma situação absurda, milhares de caminhões convivendo no horário comercial com os carros de passeio. Nenhuma cidade comporta essa situação. E o trânsito melhorou. É possível perceber que houve uma redução sensível e uma melhora da fluidez. Estendemos a medida às marginais.Os caminhões também passaram a respeitar o rodízio no centro expandido. As empresas se adaptaram, refizeram sua logística e hoje tenho certeza todos concordam que São Paulo melhorou.Também recuperamos a CET, que encontramos sucateada. Contratamos guinchos. São Paulo hoje conta com 50 guinchos. Contratamos novos guardas de trânsito, os marronzinhos. A partir de agosto, 250 novos marronzinhos passam a trabalhar nas ruas de São Paulo. Investimos na recuperação dos semáforos inteligentes, que estavam “burros”.
De acordo com nossos leitores e usuários do sistema, o transporte público oferece um número reduzido de veículos e boa parte deles em péssimo estado de conservação.Não é verdade. Nossa gestão entregou 6 mil ônibus novos, uma quantidade extraordinária. Nunca uma gestão entregou tantos ônibus novos à cidade de São Paulo, que hoje possui 15 mil coletivos. O problema não é a falta de ônibus, mas fazer com que eles andem mais rápido. Para isso são necessários corredores de verdade. Não basta separar uma faixa da pista. São necessários pontos de ultrapassagem e um sistema para que o ônibus circule praticamente sem paradas, como fizemos no Expresso Tiradentes, que já possui 8,5 km funcionando e quando estiver totalmente concluído terá 32 km de extensão, ligando o centro à Cidade Tiradentes. Outro corredor como deve ser feito é o que estamos construindo na Celso Garcia, que ligará a zona leste ao Centro. Com 25 quilômetros, ele possuirá pontos de ultrapassagem e um sistema de semáforos e cruzamento inteligentes para que os ônibus circulem quase sem interrupção.Nós também melhoramos muito o Bilhete Único. Primeiro, estendemos o benefício para os trens e para o metrô. Isso já foi um ganho muito importante para quem usa o transporte coletivo na cidade. E mais recentemente estendemos a validade do bilhete de duas horas para três horas. Esse conjunto de medidas torna mais atraente o transporte coletivo e estimula as pessoas a deixarem seus carros em casa. Não há outro caminho para reduzir o trânsito e melhorar a qualidade do transporte público na cidade.
O que o senhor pensa da Lei Cidade Limpa? Pretende mantê-la? Modificá-la?Naturalmente sou um entusiasta. Quando sugeri a proibição total de cartazes e propaganda externa na cidade, ninguém acreditou que daria certo. São Paulo, que era uma das cidades mais poluídas visualmente no mundo, hoje é modelo. Mais de cem delegações, muitas estrangeiras, já vieram estudar nosso combate à poluição visual. É uma lei que deu certo, que tornou São Paulo mais humana. É uma conquista extraordinária e com aprovação fortíssima dos paulistanos.A lei vai continuar com todo o rigor. Admito, porém, que nas paradas de pontos de ônibus é possível fazer uma concessão bem organizada, que permita a colocação de alguma propaganda de dimensão adequada e que isso reverta em recursos financeiros expressivos para a prefeitura, que serão usados para oferecer conforto para os usuários de ônibus.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

meu dia

meu dia foi um pouco conturbado pequei o onibus muito cheio .todo dia deixo meu filho na creche que fica no lauzane paulista.

Minha alimentação

Minha alimentacão de manhã tomei café e comi um pão
Hoje almocei arroz,feijão,carne. eu janto na escola.